quinta-feira, 21 de abril de 2011

Pensamentos do Bardo [1]

Vendo as estrelas, percebo a intensidade do brilho do teu olhar.
Vendo a lua, percebo o quão magnífico é teu sorriso.
Vendo o Pôr-do-Sol, descubro o quão perfeito é tua companhia.
Uma bela música é tocada no meu coração regida pelos meus pensamentos que me guiam a ti. No meu íntimo, extrema alegria, uma festa se inicia quando tu se aproxima. Minha boca já não é controlada pela razão. O coração começa a falar o que a muito está guardado, os o meus olhos expressam as declarações que não podem ser transmitidas por palavras. Meu corpo, trêmulo, demonstra meu nervosismo, minha ansiedade diante tamanha perfeição.
Quando tu está diante dos meus olhos, sem perceber, começo a tocar meu bandolim e canto canções que nunca havia cantado ou pensado. Canções vindas do meu íntimo da minh'alma.
Já não há como me segurar, estou cantando apenas o que minha alma compõe, recitando apenas as poesias do meu coração.

Dos meus olhos não saem lágrimas, mas sim, diamantes repletos de alegria!

Author: Gilmar Alves Bernardes Júnior cc

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Reflexões do Bardo: Uma nova canção está para surgir!

Perdido em meio a uma tempestade sem fim, apenas enfrento o caminho que tenho pela frente, mal enxergando o tem perante meus olhos.


As vezes, caindo na ilusão de estar chegando ao fim por encontrar feixes de luzes, percebo que são apenas relâmpagos mostrando o quanto a tormenta se fortalece a cada no passo dado.


Os dias não tem fim, minha força começa a se esvair por entre meus dedos, tento segura-la mas aparenta ser como a água, quanto mais tento, mais a perco.
Envolto por uma escuridão que parece não ter fim, sendo atacado constantemente pela força da natureza. "O fim parece estar próximo, não do caminho em si, mas do caminho em mim." Quanto mais avanço, pior fica! Voltar? Está fora de cogitação. Uma grande confusão em minha mente, penso que muito avancei, mas também parece que acabei de iniciar está jornada.


Uma grande bagagem. Uma grande experiência. Em nenhum lugar consigo encontrar respostas para por um fim a este caos.
Quando tudo está por acabar, um milagre!


Em meio a completa escuridão, sem nenhuma força, surge uma luz, de um local inesperado.
Para alcançar tal luz, preciso aumentar a escuridão e desviar de meus receios.
Fecho os olhos e no meu íntimo, profundamente escondido, surge uma faísca, quanto mais tento alcançá-la, me mantendo longe de receios, mais forte ela se torna.
Meu corpo não possui mais força, apenas a energia desta faísca me guia. Continuo a seguir meu caminho, não importando o quão escuro seja. Não há mais dúvida, por fora o caos mostra teu poder, por dentro a calmaria reina.


Uma certeza surge!
"Nenhuma tempestade é eterna, por mais forte que seja, por mais longa que dure, um dia cessará, então encontrarei a calmaria, verei raios de sol penetrando por essas nuvens negras como espadas as rasgando. Pode ser uma calmaria momentânea , mas ela estará lá, ao fim desta tormenta."


Tudo que preciso fazer é sobreviver, o que antes era apenas uma faísca, se tornou uma forte chama, meu corpo pode estar debilitado, mas meu espírito se fortalece a cada suspiro. Passo a passo, serei guiado ao fim desta tormenta e então poderei descansar e me preparar para as tempestades que virão a seguir.


"Nenhuma tempestade é eterna, bem como, nenhuma calmaria é eterna. Enquanto uma nos fortalece, outra regenera nossas energias para futuras batalhas!"


O fim tem se aproximado, mas sempre surgirá um novo caminho para seguir. O fim é apenas o início de uma nova jornada!




Author: Gilmar Alves Bernardes Júnior cc